Oi pessoal,
buscando material para estudos encontrei um artigo de 2006 (em espanhol) FACTORES DE LA INTERACCIÓN PERSONA-COMPUTADOR QUE GENERAN SATISFACCIÓN O FRUSTRACIÓN DE LOS ESTUDIANTES DE POSGRADO EN UN CURSO EN LÍNEA., de LIDIA CISNEROS HERNÁNDEZ, apresentado em um congresso no México e que me pareceu muito pertinente. Trata-se de resultados parciais de uma pesquisa sobre os fatores de satisfação e de frustração em um curso de pós-graduação a distância. Vejam os fatores:
Factores de satisfacción:
• “¡Nos sentimos muy orgullosos por el trabajo realizado y por el resultado obtenido! Ahora pensamos ponerlo en práctica en nuestras escuelas, de acuerdo a las posibilidades reales para ellos”. (A17)
• “La flexibilidad de la asesora, el resultado del producto final, la calificación y que lo aprendido me causo una autorreflexión y no queda en el curso solamente sino que pienso llevarlo a mis lugares de trabajo ya esta platicado”. (A02)
• “El papel o rol del tutor. Me apasione mucho aunque estoy de acuerdo con lo que se ha hecho al respecto pero difiero de otros en las posibilidades concretas, de encaminarlo en el nivel medio superior. Creo que debe simplificarse el rol, para que la mayoría de docentes pueda participar”. (A03)
• “El que me permitió conocer, un poco más de los adolescentes, que me invita a realizar un cambio en mi forma de transmitir mis pocos conocimientos y que con la ayuda de la tecnología se pueden hacer más amenas nuestras actividades y mucho más interesantes para nuestros estudiantes”. (B01)
• “La interacción con mis compañeros”. (B07)
Factores de frustración:
• “El exceso de materiales a revisar en función de un reducido tiempo. Me parece que eso demerita el tema, muchas veces sentí(mos) que odiábamos la tutoría. Ahora a distancia, vuelvo a reflexionar y estudiar los temas y me resultan muy atractivos en resumen la carga fue excesiva. El exceso de trabajo… ello pudo ser contraproducente…estábamos abrumados y molestos”. (A03).
• “La confusión en el encuadre, el choque inicial entre nosotros y las expectativas de la asesora, la poca claridad entre cual tarea iba primero, cual ejercicio después, etc. Eso nunca me quedó claro y todos hicimos lo que pudimos o lo que nos pusimos de acuerdo en hacer”. (A17)
• “Que en todas las actividades se pedían propuestas y propuestas, sin tomar en cuenta que muchos no habíamos participado en tutorías y por lo tanto desconocíamos todo el potencial de trabajo que tiene el programa”. (A14)
• “El que le preguntaba a la maestra una cosa y contestaba otra, en ocasiones sentía que no leía lo que le preguntaba o se le revolvía la pregunta. Así como la falta de redacción en los mensajes de la maestra, todo era de corrido, sin apuntación, comas, signos y falto de sintaxis. Así como el exceso de tareas, fueron demasiadas para el tiempo tan corto, además un poco repetitivas. (A09)
• “En realidad nada me molestó, pero sí percibí algunas inconsistencias en el diseño de algunas actividades (reiteración, falta de unidad, falta de transferencia práctica). (A13).
• “El que fue repetitivo a mi forma de ver, y el que no me dieron tiempo de captar todo lo que me dieron o de aterrizarlo, digamos que no me sentí con apoyo de tutor” (B04)
Podemos nos identificar com muitos dos fatores presentes neste trabalho, e acredito que, se aproveitarmos as experiências vivenciadas em outros países, podemos dar passos mais largos na construção da educação a distância, seja como alunos ou como professores. Abaixo deixo o link para acesso ao artigo completo.
Sérgio,
ResponderExcluiro artigo que tu nos apresenta torna claro que os sucessos e problemas encontrados com o uso do computador no ensino são semelhantes aos nossos.
Com isso, podemos perceber, por exemplo, que o excesso de materiais em pouco tempo de trabalho não são "problemas" só em nossos cursos de EAD, mas em muitos de cursos por ai afora.
Apesar disso, gotaria de destacar que a autora considera como ponto positivo “La interacción con mis compañeros”. (B07). Para muitos de nós ainda é difícil aceitar que a interação mediada pelo computador possa colaborar tanto quanto ou mais para o desenvolvimento da aprendizagem significativa do que o contato físico nas aulas presenciais.
Ana
Oi Ana, pois estou em parte de acordo contigo. Considerando que a análise feita é de quase 4 anos e estamos vivenciando isso hoje. Devemos nos valer destas experiências a fora, pois muito se aprende, sem muito sofrer. Mas claro que também temos a questão cultural que influencia nossas vivências, e o que pode ser bom em um lugar poderá não sê-lo em outro. Quanto a interação mediada pelo computador, talvez não se compare as aulas presenciais, mas é algo novo e diferente. Discordo quanto ao contato físico, pois muitas vezes vamos as aulas e apenas respondemos a uma chamada, se assiste a classe, não interagimos com o professor ou colega e vamos embora. Logo não hove contato físico... Ainda sobre interação, acredito que mesmo aqueles que se encontram estudando ou até trabalhando mediado por computador, como nós, tenhamos preconceito a isso. Pois acreditamos, pela realidade que vivemos até pouco, que aula presencial é a que vale. O que nos falta é experiência e estar aberto a um novo mundo, não só de classes a distância, mas de que essa também será uma realidade. Verifico que uma grande parte dos alunos somente interagem entre si no ambiente moodle, através dos fóruns, totalmente assíncrono. Não seria tão mais fácil também interagirmos fora do ambiente moodle, seja por MSN ou o próprio GWave? Um preconceito, medo ou falta de interesse dos próprios colegas?
ResponderExcluirCaro colega, por minha parte acredito que a falta de interagirmos fora do ambiente do moodle não seja por preconceito, mas sim por termos que ficar ligados a leituras,pesquisas, tarefas, calendários dentro do moodle, não sobrando tempo para MSM.
ResponderExcluirElis, acho que não me faço entender. Quando digo uso do MSN é para que colegas que estejam em dúvidas, possam acessar e por sorte encontrar alguém conectado e tentar dirimir suas dúvidas ou auxílio para ingressar no Blog como tenho visto aos montes. E por erros simples. Como você, eu também não tenho tempo para trelelê no MSN. Mas por interação e por trabalhar junto a um computador e sempre on-line, assim como muita gente hoje que trabalha ON. Pois é uma forma de poder auxiliar a alguém quando com dúvidas e na hora mesmo, ao invés de somente escrever em um fórum e esperar horas para sanar um problema que poderia ser feito em pouco tempo. Estou de acordo com você.
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